Depois do suicídio de Pedro, a casa de Benfica fecha-se e Afonso parte com o neto para Santa Olávia. É também para lá que nós vamos no capítulo III, com Vilaça, administrador dos Maias. E gostamos da alegria deste rapaz que sendo filho de Pedro, nada parece ter de parecido com o pai: é alegre, desenvolto, conversador, sem receio de correr, baloiçar, andar a cavalo e remar. Tudo isto parece ter uma explicação. Afonso educa-o com a ajuda de Mr Brown, um perceptor inglês, que partilha com ele as mesmas ideias: primeiro deve formar-se um corpo forte e só depois preocupar-se com a alma; importantes são as línguas vivas e não o latim; o homem dever ser honrado por amor à honra e não por medo do Inferno; todo o homem deve compreender os fenómenos naturais. É um avô babado, mas exigente com horários e hábitos, o que parece chocar os criados e as Silveiras.
Em Santa Olávia, contactamos também com Eusebiozinho, que é o fruto de uma educação completamente diferente da de Carlos - baseada na cartilha, na memorização, na religião - e o resultado está à vista: uma criança mole, melancólica, medrosa, inerte, que recita um longo poema de memória sem qualquer emoção só para não dormir sozinho.
Pela boca de Vilaça ficamos também a saber que Maria Monforte está em Paris, vive uma vida pouco dignificante. Afonso pede-lhe para saber se a sua neta ainda está com ela e pedir-lhe que lha entregue. Vilaça dir-lhe-á semanas mais tarde que a criança morreu, e também Vilaça morrerá alguns dias depois e Afonso, a pedido de Carlos, manda fazer um jazigo "como o do papá".
No final do capítulo vem a boa notícia: carlos fez o seu primeiro exame com distinção e embora todos pensem que se formará em Direito, curso adequado, segundo a sociedade de então, ao seu estatuto social e riqueza, ele escolhe Medicina...
Em Santa Olávia, contactamos também com Eusebiozinho, que é o fruto de uma educação completamente diferente da de Carlos - baseada na cartilha, na memorização, na religião - e o resultado está à vista: uma criança mole, melancólica, medrosa, inerte, que recita um longo poema de memória sem qualquer emoção só para não dormir sozinho.
Pela boca de Vilaça ficamos também a saber que Maria Monforte está em Paris, vive uma vida pouco dignificante. Afonso pede-lhe para saber se a sua neta ainda está com ela e pedir-lhe que lha entregue. Vilaça dir-lhe-á semanas mais tarde que a criança morreu, e também Vilaça morrerá alguns dias depois e Afonso, a pedido de Carlos, manda fazer um jazigo "como o do papá".
No final do capítulo vem a boa notícia: carlos fez o seu primeiro exame com distinção e embora todos pensem que se formará em Direito, curso adequado, segundo a sociedade de então, ao seu estatuto social e riqueza, ele escolhe Medicina...
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